O preconceito e a Síndrome de Down.
A Síndrome de Down, é uma doença na qual ocorre um atraso no desenvolvimento da criança , nas suas funções motoras e nas funções mentais. Essa doença é causada por um acidente genético no cromossomo 21 (vinte e um), denominado trissomia. A Síndrome de Down já foi conhecida como mongolismo, pois os portadores têm uma aparência e cor de pele semelhantes as dos habitantes da Mongólia. Mais hoje este termo não é mais usado.
É importante ressaltar que o maior problema com os portadores da doença não é o atraso no seu desenvolvimento, a dificuldade na fala ou no aprendizado, mas sim o preconceito que eles têm de enfrentar no seu dia a dia. É muito comum a exclusão destes cidadãos na sociedade atual.
Crianças com necessidades especiais, passam por diversos preconceitos na escola constantemente. Muitas delas não são incluídas nas atividades de alfabetização. Em casos extremamente preconceituosos, não são nem aceitas em algumas escolas. O que não deveria acontecer, pois a lei deixa bem claro que paises democráticos devem garantir uma escola de qualidade a todos.
Já os adultos que possuem Síndrome de Down, têm uma grande dificuldade em arranjar um emprego. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 10% da população brasileira possuem alguma deficiência. O número de pessoas com algum tipo de deficiência no mercado de trabalho vem aumentando a cada ano de acordo com o Ministério do Trabalho. Existe uma lei que obriga as empresas a terem entre seus funcionários, certa porcentagem de pessoas deficientes.
È necessário que haja mais respeito com essas pessoas especiais, para haver uma sociedade uma justa e pacífica. É necessário ver mais a capacidade das pessoas com deficiência do que a sua própria deficiência. É preciso dar uma chance a essas pessoas, afinal de contas elas são exatamente como nós, e mais do que isso, são especiais e necessitam de um tratamento especial. Eles têm os mesmos direitos e deveres que qualquer outro cidadão normal. Eles também precisam e gostam de serem de serem respeitados. É inútil desrespeitá-los.
Aluna: Luane Tayla Stiehler 2.2.1.
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